quarta-feira, 16 de fevereiro de 2011

TERCEIRO LUGAR NO PRÉMIO DE POESIA


 O Prêmio Literário Valdeck Almeida de Jesus de Poesia 2010 anuncia os vencedores do concurso:




Lista por Poema – Autor – Cidade


1º: Pálidos Mistérios – Grigório Rocha (Salvador-BA)


2°: Finados – André Sesti Diefenbach (Porto Alegre-RS)


3°: Ambiguidade – Dina P. Pereira da Costa (Aveiro, Portugal)


4°: Partes deste Amor – Antonio Almeida (Rio de Janeiro-RJ)


5°: Enigma – Renata Paccola (São Paulo-SP)


6°: Café – Ari Lins Pedrosa (Maceió-AL)


7°: Lama – Renata Rimet (Salvador-BA)


8°: Viagem – Yao Jingming (Macau, China)


9°: Barganha – Tatiana Alves (Rio de Janeiro-RJ)


10°: Poema Xipófago – Gêmeo – Hélio José Destro (São Paulo-SP)




Menções Honrosas:
Ramagem – Amélia Marcionila Raposo da Luz (Pirapetinga-MG)
Para escrever um poema imperfeito - André Caldas (Rio de Janeiro–RJ)
Dualismo – Augusto Cesar Ribeiro Rocha (São Luís-MA)
Vem sem música… – David Erlich (Lisboa, Portugal)
N’outra margem – Diogo Cantante (Aveiro, Portugal)
Poema Andrógino – Flávio Lanzarini (Rio de Janeiro-RJ)
Ária da chuva – Helena Barbagelata (Almada, Portugal)
Mulher poema – João Gomes de Almeida (Lisboa, Portugal)
Regressar de novo – João José Ferreira ((Inglaterra)
Distância – Marcos Antônio Maués Vitelli (Marajó-PA)

http://www.galinhapulando.com/visualizar.php?idt=2746121



Eis o poema Premiado:

AMBIGUIDADE

Desafiavas-me escondido por detrás das vírgulas
E rias, rias iludido que nas reticências frívolas
Arranjavas abrigo, um lar amigo para nossas demências
Ahahahah...como os nossos risos cresciam...
Balões de primaveras no outono de nossas vidas
Unguentos miraculosos sarando nossas feridas
Não...não falo de quimeras, mas sim das longas esperas
Com que perpetuamos os sentidos, reais e vividos
Nas rimas pintamos feras, e moldamos de barro
Muitas prosas, sonetos feitos duetos, laranjais frescos
De perfume índigo...dos sons fizemos esferas,
Bancos de jardins bebendo ópios de trigo.
Nas muralhas das odes...lindos arcos arabescos
Arquitetura debruada a linho...
Na ambiguidade da poesia...a fragrância de lilás e pinho!!!

Dinah Raphaellus (Dina P. Pereira da Costa)


3 comentários:

Helena disse...

Sempre achei que algumas palavras exalavam aromas...
Lindo!

drykistal disse...

Gostaria de ler o Poema de Flávio Lanzarini. Alguém teria e poderia postar ou me enviar?

Tânia Gama disse...

Parabéns, pelas palavras, pela arte e pela obra fantástica!
Seja abençoada com outos trabalhos!